Cabelo crespo, cabelo afro, para mim todos sinônimos de cabelo étnico. Eu penei para encontrar um salão especializado no Brasil, hoje há vários, um dos exemplos é o Raízes (www.salaoafro.com.br)
Quem procura acha, cansada do meu visual, encontrei este salão, que agora me convenceu em viajar para Toronto ainda esse ano.
Website: http://www.azanshair.com/
Lendo uma publicação republicada em um blog sobre as razões para manter o seu cabelo afro o mais natural possível, me deparei com este blog feito por angolanas- Angolanas Naturais, onde é descutido entre outras coisas o cabelo afro, como brasileira, afro descendente e expatriada, eu sei a dificuldade uma vez morando no exterior de alisar ou relaxar o cabelo com profissionais , essa dificuldade me fez pensar em deixar o meu cabelo o mais natural possível.
Meu primeiro alisamento foi aos sete anos, aos nove fiz um alisamento que feriu muito o meu couro cabeludo, mas mesmo assim segui alisando, passei quase um ano quando adolescente sem alisar, mas depois me rendi, com o passar do tempo , relutei mas acabei me rendendo a progressiva, meus cachos não são mais aqueles cachos lindos , que com um relaxamento era retocado, hoje vivo a procura de produtos menos agressivos e tratamentos , este blog me fez repensar, meu cabelo merece ser natural, sem química.
É isso que eu falo, meu cabelo afro tem tanta história para contar ,e como ele não pode falar, eu me falo por ele.Depois de ver o vídeo da India Arie- I am not my Hair, e o documentário do Chris Roch , chamado Good Hair, eu só tenho a concordar, ser bela custa caro, e quem abre um negócio para o mercado afro, só tem a lucrar.
Meu vídeo favorito da India, que me faz chorar toda vez que eu escuto ...
E o documentário do Chris Rock que me faz rir até chorar, quando assisto: